terça-feira, 14 de novembro de 2017

Esquizofrenia Aracnoide (Paranoide) - Coletiva, em rede, em teia, na teia das aranhas-armadeiras.



Transe Coletivo




ESQUIZOFRENIA ARACNOIDE - esquizofrenia paranoide coletiva – bruxaria- conceito que precisa de aprofundamento, mas que possui algum delineamento. Pretendo utilizar a idéia de transe coletivo como o que ocorria no Haiti e que a maioria dos antropólogos conhecem muito bem. Ele consiste na ideia que em determinado momento este indivíduos passam a agir inconscientemente, e logo me vem a cabeça o caso da “mãe”, uma louca, que queria vender a sua filha a um reporte, disfarçado da Globo, por quinhentos reais, e que no dias seguinte quando é desmascarada, parece que entra em transe induzido, e induzido, importante, coletivamente a entrar em transe, e ficava repetindo histericamente,”eu, vender meu orgulho, nunca”, bem típico de psicopatas, que estão no limite da esquizofrenia. Gostaria de ter a oportunidade de oferecer àquela louca dois mil, e espera a reação dela diante das câmeras. Será que ela venderia o orgulho dela!?

Quero frisar que estes conceito serão utilizados para analisar estas pessoas manipuladoras.

Manipular no jogo social entre os adultos é válido e normal, principalmente porque ainda vivemos no sistema capitalista, faz parte do jogo, influenciar é ter sucesso quando nos comunicamos. Não influenciar é falhar a comunicação. Porém utilizar e manipular menores e principalmente incapazes e fazer com que eles façam parte do jogo social precocemente, ao meu ver, é crime.

Estas afirmações podem ser estranhas mas as coisas são assim mesmo. Sempre que uma ideia chega até nós das duas uma, ou nos influencia positivamente ou negativamente, nos manipula.

Somos influenciados a cada momento de consciência e inconsciência da nossa vida e ser influenciado significa apenas que alguma realidade nos foi comunicada, isto claro acontece sempre de forma parcial. Nunca nos é comunicada uma realidade na sua forma absoluta. Somos influenciados por pedaços de realidades, ideias que chegam ao nosso conhecimento e experiência. E pior é que pessoas que deveriam influenciar positivamente a sociedade como um todo dão o mau exemplo, elas sabem como funciona o mecanismo mental humano, e invés de usarem o conhecimento para o bem o deturpam o usando para o mal. O que deveria levara à autonomia leva, cada vez mais a dependência manipuladora.

Não há muito a fazer para evitarmos as constantes influências que chegam até nós, e a nossas crianças e pré-adolescentes, a única coisa que poderíamos fazer para o evitar era isolarmo-nos de tudo e todos mas esta não é uma verdadeira opção. Então à luta e ao cumprimento da nossa função social: a justiça, o equilíbrio e a harmonia social, são a saída O ideal é manter-se concentrado e manter o equilíbrio e a racionalidade ao limite.


Analisando melhor a manipulação depende de uma coisa; o sucesso da transmissão de uma sugestão, e isto acontece quando comunicamos de forma adequada à realidade que recebe a nossa comunicação permitindo que esta aceite a sugestão para o qual é obviamente necessário que a sugestão seja considerada pelo receptor uma boa sugestão, o que é o mesmo que dizer que é adequada ao que quer que seja a sua realidade e a situação à qual se propõe.

Algumas práticas muito comuns de pessoas doentes por manipulação, obcecadas pelo poder e pelo controle é sugestionar indiretamente, pelas costa, quando o receptor não esta atento a fonte emissora, dar indiretas, sem direcionar o discurso, confundido aquele que ouve, o receptor, quando ele não sabe definir se o ponto final, de chegada do discurso é ele mesmo. Outra prática é misturar a conversa para aquele que ouve, para que somente os que estavam interagindo anteriormente saibam a mensagem codificada que esta sendo transmitida, na cara de quem se fala, levando ao ridículo e ao constrangimento público. Outras práticas comuns são: fingir que esta falando ao celular, fingir que conversa e interage com a televisão, com o computador...

O esforço de provar esta adequação é um ónus do agente manipulador e é aqui que está o ardil, é aqui que entra o trabalho de “competência” a nível da manipulação – é sempre preciso mastigar bem quando se quer comer alguma coisa de jeito.
Quando o nível de manipulação chega ao extremo, este indivíduos chegam a levar uma daquelas velhas beatas “insuportáveis”, pelo menos na mente deles, que vivem na igreja a cometer um acto terrorista como explodir a sua igreja porque a Igreja é contra o uso de preservativos. Eles esquecem que o livre arbítrio cabe a cada um, e que se um cidadão acha que usar preservativo faz bem, que ele use, se do contrário, ele não use. Por exemplo sou cristão evangélico e uso preservativos, e nem por isso quero explodir minha igreja, e nem por isso vou ficar obcecado em manipular e convencer as freiras, pastores ou os testemunhos de Jeová.
Sou a favor do aborto até o terceiro mês de gestação , por que entendo que ainda não há vida humana. Porém o risco de que se suborne uma mulher para que ela gere um filho, e venda o embrião em estado de divisão celular é muito grande, quantas mulheres não se submeteriam a isto por 100 mil reais por ano!? Sou contra a pena de morte, porém sou a favor da de caráter perpétuo, mas nem por isso quero explodir minha igreja e nem o Vaticano, e nem tampouco quero mudar completamente os dogmas da minha igreja. Acho que o mais racional quando uma pessoa começa a perceber que os dogmas da sua igreja não suprem aos anseios da sua alma é procurar outra, e há muitas ou construa a suas, ponto final.

Para compreender a manipulação é preciso compreender que ela é uma troca, um contrato implícito, uma transmissão de uma sugestão e é este ponto que tem que ser aprofundado.
A pior coisa no jogo social é jogar com, ou entrar em um jogo com um psicopata, eles não sabem perder e qdo perdem, fazem tudo para provar que não havia jogo nenhum para não pagarem. Qdo eles admitem, esteja sempre atento, pois eles irão armar outra mentira e outra jogada para não se sentirem derrotados.

A sugestão pode ser mais ou menos ampla e pode ser mais ou menos abrangente relativamente às situações a que se dirige. Tendo isto em consideração, podemos fazer uma distinção entre sugestões banais e sugestões preciosas. Como o nome indica a sugestão banal é aquela que transmite ao jogador manipulado o que fazer relativamente a algo sem muita importância ou relevância tendo em consideração a pouca importância ou relevância do interesse que se propõe servir, pelo contrário, a sugestão preciosa transmite um comando ao jogador manipulado relativamente a uma ação que deve praticar e que terá alguma importância tendo em conta o interesse que se propõe servir.

As manipulações introduzem sempre uma sugestão no jogador manipulado, contudo, a manipulação espera o momento da ação, do jogador que foi sugestionado, para se poder afirmar como existente. Se isso não suceder a sugestão não causou o impacto que o jogador manipulador esperava que causasse e portanto a sua comunicação falhou no seu objetivo na medida em que por algum motivo o destinatário resistiu ao seu comando – o que nos indica que a comunicação não passou de uma influência com maior ou menor importância mas que não teve o efeito proposto e muito embora possa vir a ser importante para uma escolha do jogador influenciado, não definiu a prática de um ato.

Por vezes é extremamente difícil saber se se manipulou alguém ou se apenas se influenciou essa pessoa, o mesmo se mantém para quando se foi manipulado por alguém ou se foi influenciado. Mas isto não é um trabalho muito difícil para um bom psicoterapeuta ou psicanalista.

A fronteira que separa uma comunicação manipuladora de uma comunicação influenciadora é por vezes declarada por uma linha muito ténue e quase imperceptível. Mas é certo que as pessoas são manipuladas muito mais vezes do que julgam e manipulam também mais do que se pensar ter consciência. Isto porque embora esta seja fruto de um ato voluntário esse ato é quase inconsciente dado que o assumimos de forma muito natural, como parte do nosso comportamento enquanto jogadores no sistema.

Claramente, no jogo social do capetalismo, os jogadores mais manipulados são os jogadores fracssados e os jogadores menos manipulados são os jogadores de sucesso, isto porque a capacidade de se ter consciência máxima possível, da realidade e o saber de um jogador do seu próprio sucesso é sempre muito superior à do jogador de insucesso, por isso, o jogador de sucesso apresenta mais resistência à maioria das sugestões que lhe são feitas e que são atendidas como meras influências à sua visão das coisas, tendo pouca ou nenhuma importância no momento de tomar decisões e fazer escolhas. Precisamos ser “excludentes”. Assim aprendemos, inconscientemente, como nos darmos bem no sistema capitalista. Por outro lado o jogador de sucesso embora também seja muito resistente a sugestões, só é resistente às sugestões que o incitam a mover-se de forma contrária à sua atitude habitual, pela mesma ordem de ideias que nos demonstram que o jogador falho está sempre sujeito a piorar a sua vida, principalmente econômica, deixando-se sugestionar exatamente pelas ideias que protegem e justificam os seus fracassos.

Utilizaremos agora como texto base, o texto de Daniela Karine Ramos da Universidade Federal de Santa Catarina : Jogos eletrônicos, mídia e educação, par compreendermos como se desenrola o jogo social e como estes indivíduos manipuladores armam as suas teias para aprisionarem suas presas e a compreender melhor como grupos de pessoas que jogavam e jogam RPG levaram os seus “joguinhos” para o dia a dia da sociedade, o único problema destes “joguinhos” é que eles envolvem pessoas que não fazem nem ideia de que foram envolvidos na plataforma, melhor dizendo no ambiente, ou melhor ainda na realidade do jogo. É então que a jogada se torna um crime, muito mais ainda quando envolve incapazes menores de quatorze anos.

O jogo ao contrário censo não encerra fenômenos meramente físicos e biológicos chegando a níveis sensíveis; fisiológico e psicológico.
Diante do importante papel que o jogo exerce sobre o desenvolvimento humano, na nossa sociedade, definimos jogo como ação ou atividade de cunho lúdico, voluntária, orientada por regras definidas, construídas ou em construção que ocorre individual ou coletivamente com um fim em si mesma. Por vezes nos jogos sociais alguns indivíduos passam a fazer parte dos mesmo sem mesmo ter consciência das regras.

Cabe esclarecer que jogo aqui descrito como tradicional refere-se à de acordo com Huizinga (1993, p.16), podemos destacar algumas características do jogo que ajudam na tentativa de formular um conceito; segundo ele o jogo é uma “atividade livre, conscientemente tomada como “não-séria” e exterior à vida habitual, mas ao mesmo tempo capaz de absorver o jogador de maneira intensa e total”.

Diante desse conceito, destacamos que a literatura descreve vários tipos de jogos como: jogos de faz-de-conta que envolvem a representação de papéis e situações imaginárias; jogos de movimento que implicam no domínio do corpo por meio de atividades físicas e movimentos corporais; jogos de lógica baseados em regras, desafios e pensamento, jogos de roda que envolvem um grupo, músicas e movimentos, entre outros (KISHIMOTO, 2001; SEBER, 1997; HUIZINGA, 1993).

Todos os jogos envolvem peculiaridades e características próprias. Diante dessa variedade Kishomoto (2001), descreve que é difícil conceituar o que é jogo, enquanto categoria que dê conta dos diversos tipos e características, o que é reforçado por Huizinga, segundo o qual o jogo “é função de vida, mas não é passível de definição exata em termos lógicos, biológicos ou estéticos” (1993, p. 10).

Além disso, atualmente, ainda temos outro tipo de jogo que são os jogos eletrônicos que combinam diferentes linguagens, o ambiente virtual e multimídia, que combina imagens, sons e textos e podem ser classificados quanto ao tema: ação, esportes, estratégia, luta e RPG (Rolling playing game ) (KRUGER e CRUZ, 2001).

A preocupação aqui com os jogos eletrônicos é justificado pela sua inserção ainda recente na infância e o crescimento acelerado de sua disseminação, que em muitos casos acaba substituindo os jogos “tradicionais”, o que tem preocupado pais, professores e autoridades, devido à sua rápida expansão, e ao fascínio que este tipo de jogo exerce sobre crianças e pré-adolescentes, que são seduzidos por este tipo jogo em rede e acaba os levando para as Lan House, tornando-se pressas fácil para os manipuladores da Internet.

Filmes:

Pandorum:
https://www.youtube.com/watch?v=r1zsNY6B-m0






Spider é um thriller psicológico canadense / britânico de 2002 - filme de drama produzido e dirigido por David Cronenberg e baseado no romance do mesmo nome de Patrick McGrath , que também escreveu o roteiro.
O filme estreou no Festival de Cannes de 2002 [2] e gostou de algum zumbido da mídia; No entanto, foi lançado em apenas alguns cinemas no final do ano pelo distribuidor Sony Pictures Classics . No entanto, o filme teve grande aclamação por críticos e especialmente por entusiastas de Cronenberg. O filme recebeu um prêmio de Melhor Diretor no Canadian Genie Awards . As estrelas do filme, Ralph Fiennes e particularmente Miranda Richardson , receberam vários prêmios por seu trabalho no filme.

Spider é a história de Dennis Cleg, um homem que recebe uma sala em uma casa intermediária que atende pessoas mentalmente perturbadas. Cleg acabou de ser liberado de uma instituição mental e em sua nova morada começa a reconstruir ou a recriar em sua memória um evento de infância aparentemente fatídico.
Ele percorre a área urbana abandonada e o canal local, e começa a revivir ou visualizar um período de sua infância na Londres de 1950 com sua mãe e seu pai. Uma mudança ocorre no psique da criança quando ele testemunha sua mãe tateando com seu pai no jardim e, posteriormente, quando ele vê sua mãe com um vestido de noite sedoso que ela usava para o pai.
O filho, como homem adulto, parece recriar em sua memória a acumulação do assassinato de sua mãe pelo pai com o apoio passivo de uma prostituta com quem ele se envolve, que então se muda para a casa e é apresentado como sua mãe. O jovem filho, então, mata a amante torcendo-a na cozinha, embora o tiro final pareça mostrar a sua verdadeira mãe morta, então nos deixamos perguntar-nos se ela realmente era sua mãe e a prostituta era apenas uma fantasia. Depois dessa lembrança, ele apareceu tarde para a sala da dona e parece pronto para matá-la, a quem ele vê alternativamente como amante, sua mãe e a proprietária, mas recua depois que ela diz: "O que você fez com o Sr. Cleg?" Ele é levado de volta ao asilo.


Lista de textos:

Esquizofrenia, perturbação da Alma

http://pensesp.blogspot.com.br/2000/07/esquizofrenia-perturbacao-da-alma.html

Transe x Esquizofrenia

http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/transe-x-esquizofrenia?xg_source=activity

TRANSTORNO DISSOCIATIVO DE IDENTIDADE E ESQUIZOFRENIA: uma investigação diagnóstica.
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/22760/3/2016_MarcellodeAbreuFaria.pdf

Transtornos de transe e possessão

https://pt.wikipedia.org/wiki/Transtornos_de_transe_e_possess%C3%A3o

REFLEXÕES SOBRE O TRANSE RITUALISTICO NO CANDOMBLÉ - Alexandre Costa - Mario - Pires de Moraes Júnior

Transtorno de Transe e Possessão

http://www.psicologia10.com.br/artigos/transtorno-de-transe-e-possessao/

Transe e Possessão

http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO%2FLerNoticia&idNoticia=130


LISTA DE FILME SOBRE ESQUIZOFRENIA:

https://www.google.com.br/search?q=filmes+sobre+esquizofrenia&ie=utf-8&oe=utf-8&client=firefox-b&gws_rd=cr&dcr=0&ei=uLUNWrvONoiRwgSX96WoCA 

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Gramática do Portunhol-Españes (Ibérico)






Personas delo verbo - pronomes personales directos.
 
Jo
Tu
Él
Nós
Vós
Elles

Verbos: Ser, Estar, Ficar, Haver

Presente delo Indicativo


Verbo Ser
Jo sô
Tú és 
Él é
Nós somos
Vós sois 

Elles son

Verbo Estar
Jô estô 
Tu estás 
Él estáNós estamosVós estáisElles estan

Verbo Ficar
Jo risto 
Tu ristas 
Él riste
Nós ristamos
Vós ristáis
Elles ristan

Verbo Haber
Jo hei
Tu has
Él há
Nós habemos
Vós habéis
Elles han

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A Maldição das Pandorinhas









AMALDIÇOADA - Um filme sobre uma pandorinha, maldição em família e pedofilia!

Em síntese, uma "pandorinha" para a humanidade inteira é uma menina que perdeu a virgindade antes dos 14 anos ou aos 14 anos. Ela estará amaldiçoada e amaldiçoará as gerações dos seus filhos, netos e bisnetos! Fato!


O Mito de Pandora e da Caixa de Pandora:

Na mitologia grega, Pandora (do grego: Πανδώρα, "a que tudo dá", "a que possui tudo", "a que tudo tira",1 2 ) foi a primeira mulher, criada por Hefesto e Atena a pedido de Zeus com o fim de agradar3 aos homens.



Origem

Antes de começar o estudo assista a este vídeo clipe que você vai entender melhor o jogo da manipulação das PANDORINHAS por ARANHAS-ARMADEIRAS 

https://www.youtube.com/watch?v=SqZNMvIEHhs

Aranhas

A penetrante lua radiante
O temporal do pobre Junho
Toda a vida correndo através do cabelo dela

Aproximando a luz guia
Nossos anos superficiais em pavor
Sonhos são feitos retorcidos pela minha cabeça

Por minha cabeça
Antes que você saiba, Acorde

Suas vidas estão bem abertas
O V-chip lhes dá visão
De toda a vida correndo através do cabelo dela

As aranhas estão todas em sintonia
A noite da lua
Sonhos são feitos retorcidos pela minha cabeça

Por minha cabeça
Antes que você saiba, Acorde

Por minha cabeça, por minha cabeça
Antes que você saiba
Antes que você saiba eu estarei esperando totalmente acordado

Sonhos são feitos retorcidos pelo cabelo dela
Sonhos são feitos retorcidos pelo cabelo dela
 




Foi a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto (artista celestial, deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (deusa da estratégia em guerra, da civilização, da sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Feita à semelhança das deusas imortais. Foi enviada a Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses. Vendo-lhe a radiante beleza, Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e a tomou como esposa.

Epimeteu tinha em sua posse uma caixa. A Caixa de Pandora que outrora lhe haviam dado os deuses como presente de casamento, que continha todos os bens. Pandora abriu a caixa, inadvertidamente, e todos os bens4 escaparam, exceto a esperança. Com estes bens, foi dado início aos tempos de inocência e ventura, conhecidos como Idade de Ouro.5

Hesíodo conta duas vezes o mito de Pandora; na Teogonia não lhe dá nome, mas diz (590-93)6 :

Dela vem a raça das mulheres e do gênero feminino:
dela vem a corrida mortal das mulheres
que trazem problemas aos homens mortais entre os quais vivem,
nunca companheiras na pobreza odiosa, mas apenas na riqueza.

Hesíodo segue lamentando que aqueles que tentam evitar o mal das mulheres evitando o casamento não se sairão melhor (604–7):

Ele chega à velhice mortal sem ninguém para cuidar de seus anos,
e, embora, pelo menos, não sinta falta de meios de subsistência enquanto ele vive,
ainda, quando ele está morto, seus parentes dividem suas posses entre eles.
Hesíodo admite que, ocasionalmente, um homem encontra uma mulher boa, mas ainda assim o "mal rivaliza com o bem."

Em Os trabalhos e os dias (60-105) Hesíodo reconta o mito, desta vez chamando de Pandora a primeira mulher7 .

Nesta versão também, por ordem de Zeus, Hefesto molda em barro uma adorável moça, Atena lhe ensina as artes da tecelagem, Afrodite a embeleza, e Hermes lhe dá "uma mente despudorada e uma natureza enganosa" (67-8). As Cárites e as Horas a adornaram, e por fim Hermes lhe deu a voz e um nome, Pandora, porque "todos os que habitam o Olimpo lhe deram um presente, uma praga para aqueles que comem pão" (81-2). E Hermes a leva a Epimeteu, que a recebe. O mal (doenças e trabalho) começa quando Pandora abre o jarro8 (pito) (não caixa, esta uma corrupção textual posterior9 ) e pragas incontáveis saem dele. Só a esperança não sai do jarro.

      • (jun/2012) — Checar, na mesma referência (Hesíodo. Os trabalhos e os dias. ed. Iluminuras, págs.74/75), as possibilidades de tradução para o que resta no jarro, não só como 'esperança', mas como 'expectação, espera', num sentido mais próximo talvez do que seria ainda um dos tantos males ali colocados.***



Interpretações


A inversão do mito


Jane Ellen Harrison, estudando a cerâmica grega sugere que houve antes de Hesíodo outra versão do mito de Pandora.

Uma ânfora do séc. V a.C.,10 mostra Pandora subindo da terra (anodos) na presença de Hefesto, Hermes e Zeus. Essa representação era comum para a deusa da terra (como Gaia ou outra de suas formas).

"Pandora é, no ritual e na mitologia matriarcal, a terra como Kore, mas na mitologia patriarcal de Hesíodo sua grande figura é estranhamente transformada e diminuída."11 .

Num profundo estudo sobre a transformação do mito, Dora e Erwin Panofsky levantam todas as referências literárias e iconográficas sobre ele12 . Entre os romanos nunca foi muito citado, desapareceu na Idade Média, e só ressurgiu na Renascença, na França.


Psicanálise  

 

O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).
  Pré-adolescente, Pandora não resiste à tentação de abrir a caixa que ela própria sabe que contem algo de mau. Em contraste com Alice que questiona tudo e não quer crescer, Pandora quer e isso é representando por ela a abrir a caixa (desconhecido).

Pandora quer descobrir como é a vida de uma pessoa crescida, e, ao abrir a caixa, ela vai ao encontro da vida adulta descobrindo os problemas e as responsabilidades (casar-se nova).

Com isto ela arrepende-se tem pena de ter aberto a caixa – crescido tão depressa – pois não consegue resolver os problemas nem como lidar com eles e arrepende-se de ter feito, mas, apesar disso, tem esperança de conseguir lidar com as consequências da sua acção (a única coisa que continuou guardado na caixa é a Esperança).
Penso que Pandora...não tinha uma caixa....ela é a a própria caixa.....os Deuses não a criaram como na história, apenas reconheceram seus dons de beleza, arte, justiça, habilidades, e então os homens superiores jamais conceberiam algo maior que eles, a menos que fosse sua criação, então desta forma, eles ainda seriam maiores, mas no pacote desta falsa criação acompanharam alguns defeitos, que na verdade são os defeitos velados destes mesmos criadores assustados.

Ou seja, os males que saiam da Caixa de Pandora, na verdade são as inseguranças dos homens que não sabiam como lidar com esse bicho mulher que lhes tira a efêmera paz, controle e posse de tudo que foi herdade de um Deus obviamente homem e poderoso.


Então como os homens perceberam que falhavam,  fizeram o casamento perfeito com uma criatura feita de um pedaço destes, e o erro então seria natural,  pois a falha seria atribuído ao pedaço que lhe faltava, ou era o pedaço que errava e não eles.....PERFEITO......... e assim a mulher ficou a sombra do tempo.....escondendo a sombra do homem...que no fundo o pedaço que faltava, era da dignidade masculina riscada pelo medo do feminino.

A descoberta da vagina, da vulva e do clitóris, da sexualidade.
O que significa isso? Significa que as crianças, ao se depararem com o fato de que algumas delas têm o pênis e outras não, não entedem isso como uma diferença anatômica normal e sim como o efeito de uma mutilação, de uma castração, já que, como afirmei, elas partem do princípio de que todas as pessoas nascem com o falo, esse pênis imaginário. Se alguém não o tem, é por tê-lo perdido através de uma mutilação, a castração. Essa visão infantil, que não entende a diferença entre homem e mulher a não ser em termos de fálico e castrada, terá amplas conseqüências no psiquismo, fazendo com que o falo seja o significante mais importante no que diz respeito à representação e simbolização do outro, do diferente, do não-eu, daquele ou daquilo sobre o que será depositado tudo o que o narcisismo de cada um não suporta ver em si mesmo. Freud diz que o falicismo é uma forma infantil de idealizar uma completude narcísica onipotente que nega todos os limites e insuficiencias próprios da existência humana. Perder o falo, aceitar a castração simbólica, ou seja, as diferenças, é um processo indispensável que todos nós, homens e mulheres, temos que passar para superar o narcisismo, termos acesso à realidade, à vida adulta, à maturidade emocional. Freud não valorizava o pênis ou a masculinidade em detrimento da vagina ou da feminilidade. Vê-se então que confundir com uma defesa machista do poder dos homens a importância teórica que Freud concede ao falo na estruturação do psiquismo é um erro grave. O que Freud fez, sim, foi mostrar as conseqüências da visão infantil fálica do mundo, que persiste no inconsciente de todos e no imaginário das culturas. É ela que alimenta a valorização machista do homem e seu pênis e a atitude de desprezo e descaso frente a mulher e seu orgão sexual. É ainda ela que não entende o genital feminino em sua positividade de uma vulva e suas estruturas conexas e sim na negatividade de um pênis inexistente, por ter sido mutilado, castrado. Um genital que - por esse motivo - desperta horror, como explica Freud em “A Cabeça de Medusa” (1922-1940), para citar um entre tantos escritos onde aborda esse tema. Toda essa abordagem freudiana sobre as consequências psíquicas das diferenças anatômicas entre os sexos é deixada de lado por Catherine Blackledge, em seu interessante livro - “A História de V - Abrindo a caixa de Pandora - Uma ampla investigação da história, da cultura e do poder do sexo da mulher”. Ela prefere abordar a sexualidade feminina sob o prisma histórico, cultural, antropológico e fisiológico. A ênfase com que articula seus argumentos em prol da valorização da genitália feminina e do direito da mulher ao gozo sexual muitas vezes dá a sua obra um tom quase panfletário, característicos de projetos politico-ideológicos. Blackledge faz uma extensiva apresentação sobre a forma como os genitais femininos aparecem registrados na cultura desde os tempos pré-históricos, fazendo incursões na biologia e na fisiologia da sexualidade de animais e seres humanos.
A autora mostra como as representações da vulva são muito mais antigas do que as do pênis na pinturas rupestres, atribuindo esse fato ao tardio reconhecimento da importância do orgão masculino nos processos reprodutivos. Descreve antigas crenças relacionadas com a vagina, cuja exibição teria o poder de afastar o mal, proporcionar uma maior fertilidade nos animais, garantir a germinação das plantações, paralizar os inimigos - até mesmo o Diabo. Com o advento do cristianismo, houve uma grande reviravolta, o orgão feminino passou a ser visto como fonte do mal e - conseqüentemente - algo a ser reprimido. Tal enfoque permanece até nossos dias, evidenciando-se na pobreza etimológica para descrever suas várias estruturas, como o clitóris, os pequenos lábios e os grandes lábios. Uma considerável parte do livro é dedicada à descrição da anatomia e da fisiologia dos genitais da mulher e das fêmeas de vários espécimes do mundo animal. A autora, com insistência, defende a idéia de que as fêmeas têm papel ativo no ato da concepção, senão seu controle total. Levanta dados que provam serem seus genitais não meros receptáculos passivos à investida dos machos, já que teriam a capacidade de identificar e selecionar os espermatozóides mais compatíveis, eliminando os indesejáveis, capacidade que lhes deixa como as responsáveis finais pelo sucesso do processo reprodutivo.
O livro ganha mais interesse quando Blackledge mostra os preconceitos culturais e sociais que reprimiram e censuraram por tanto tempo a sexualidade feminina, especialmente aqueles que se manifestavam através das ideologias científicas das diferentes épocas. A negação da sexualidade feminina era de tal ordem que se refletia até mesmo na observação do comportamento sexual das fêmeas dos animais, cuja poliandria era sistematicamente negada em nome de uma monogamia ideologicamente concebida. Uma outra evidência disso é a forma como o clitóris foi abordado pelo saber médico de épocas passadas, refletindo os tabus culturais então vigentes. Como se desconhecia o papel do clitóris na reprodução, por muito tempo ele foi ignorado pelos tratados médicos. Sua qualidade de zona erógena, de orgão de prazer sexual, não podia ser reconhecida, pois isso implicaria na questão do orgasmo feminino, fato negado pelas autoridades científicas e religiosas.
Entretanto, embora denegada, a função erótica do clitóris era implicitamente reconhecida e reprimida pela prática médica. No final do século. XIX, em Londres, eram realizadas clitoridectomias (extirpação cirúrgica do clitóris) para curar histéricas. O médico Isac Baker Brown, defensor dessa prática médica, em 1865 foi eleito presidente da Associação Médica de Londres. Antes escrevera o livro “Sobre a curabilidade de certas formas de insanidade, epilepsia e histeria em mulheres”, no qual descrevia sua experiência cirúrgica. A mesma terapeutica era preconizada nos Estados Unidos em outros países da Europa.
Como lembra Blackledge, essa não é apenas uma lamentável prática do passado. Atualmente há entre 100 e 130 milhões de mulheres que sofreram a infibulação (extirpação do clitóris, parte dos pequenos lábios e/ou sutura dos grandes lábios), procedimento costumeiro em países muçulmanos. Calcula-se que cerca de 2 milhões de meninas por ano são submetidas a tais práticas de mutilação genital. Elas ocorrem em 27 países africanos, algumas regiões do Oriente Médio e da Ásia e - em função dos movimentos migratórios - aumenta na Europa, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia.
A infibulação é considerada como uma mutilação cruel dos genitais femininos, pois a ablação do clitóris, cuja função geradora de prazer não pode ser desprezada, causaria um grave deficit erógeno na mulher. Sua prática visaria controlar ou negar a sexualidade feminina, concentrando seu prazer exclusivamente na vagina. Por outro lado, é um rito de passagem que marca a identidade sexual das mulheres naquelas culturas, um comportamento milenar cuja abolição não é de fácil realização. Daí a ambiguidade com a qual esse difícil problema é abordado, mesmo pelas líderes feministas daqueles países.
A autora mostra como, ao contrário do Ocidente, onde a vagina é tão desvalorizada e a sexualidade feminina reprimida, a etnografia dos últimos 100 anos mostra como é diferente o que ocorre em várias outras culturas ( ilhas Marquesas, ilha de Páscoa, ilhas do Pacifico, Polinésia). Ali os genitais femininos são valorizados - é frequente que o clitóris, os pequenos e grandes lábios sejam manipulados e alongados artificialmente e enfeitados com piercings, tendo como objetivo sua maior capacitação para o prazer sexual. Essa valorização se reflete no rico vocabulário existente para designar as várias estruturas da genitália feminina, o que contrasta com nossas civilizações ocidentais, onde a única dessas formações que tem uma designação amplamente difundida e usada é o himem, e isso devido à fetichização machista que o valoriza como garantia da paternidade da prole a ser engendrada. A repressão da sexualidade tal como realizada em nossas culturas difere da forma como ela era encarada no Havai antes da colonização ocidental - ali os genitais das crianças de ambos os sexos eram manipulados desde cedo, com o intuito de ensinar-lhes o prazer sexual.
Blackledge termina com amplas considerações sobre o orgasmo feminino, apontando para as duas vertentes teóricas que determinaram a forma como ele foi encarado até recentemente em nossas culturas ocidentais. As autoridades especulavam sobre a função do orgasmo feminino no processo da reprodução. Para Aristóteles, ele era dispensável; sustentava que poderia haver concepção sem que a mulher tivesse prazer no ato sexual. Essa tese recebeu um forte apoio posteriormente, em 1770, quando Spallanzani fez a primeira inseminação artificial numa cadela. Essa linha de pensamento ignorava ou negava o orgasmo feminino. Paralelamente mantinha-se a concepção oposta, baseada em Hipócrates, que afirmava ser o orgasmo essencial na liberação das sementes retidas em ambos os sexos. Isso implicava que a retenção das mesmas provocaria um acúmulo que desequilibraria os fluidos corporais, com efeitos danosos sobre a saúde. Daí a necessidade de provocar o orgasmo para manter a saúde das mulheres. Essas idéias se mantiveram no correr de vários séculos, o que pode ser constatado pela leitura de textos como o livro do médico francês François Ranchin, intitulado “Se se está autorizado a friccionar a vulva de mulheres em estado de paroxismo histérico”, de 1627.
Assim, diz a autora, apesar de ter-se rompido nos séculos. XVIII e XIX a ligação entre orgasmo e concepção, essa idéia se manteve até a passagem do sec. XIX para o XX. Teve seu apogeu no final do século XIX e alimentou largamente a prática médica, que preconizava as “massagens pélvicas”, extremamente freqüentes na ocasião, e que eram - nada mais nada menos - do que masturbações vaginais praticadas pelos médicos. Da mesma forma, a venda de vibradores era abertamente estimulada, fato que perdurou até os anos 20 do século XX, como se pode constatar em anúncios comerciais nos catálogos das grandes lojas.
Essa situação ilustra muito bem os mecanismos de dissociação e isolamento ao nivel do social, pois se tolerava e estimulava as “massagens pélvicas” como procedimento médico, enquanto a masturbação era fortemente reprimida.
É nesse momento histórico no qual entra em cena Freud, propondo-se a ouvir as mulheres histéricas e, ao desvendar seu desejo, termina por descobrir o inconsciente.
Ao abordar sem subterfúgios a sexualidade feminina e comprometer-se pessoalmente, ao descrever seu próprio gozo sexual, Catherine Blackledge contribui para derrubar as barreiras e repressões que ainda persistem e constrangem tantas mulheres. Ao agir assim, aproxima-se do legado de Freud, que muito fez para combater as hipocrisias e ideologias que cerceavam a sexualidade humana.
Que essas barreiras e repressões são resistentes dão provas o fato de que a autora, que demonstra tanta bravura no corpo de seu livro, não ousa escrever o título com todas as letras...
Uma palavra final sobre as fotos que ilustram o texto. As imagens de vulvas ali apresentadas constrastam com aquelas atualmente divulgadas pelas revistas pornográficas ou "masculinas". Isso dá oportunidade para, mais uma vez, constatar como a sexualidade humana se distancia da natureza e se submete a padrões culturais, reflexão que nos ocorre várias vezes durante a leitura deste livro.
Pandorum - Pandora e seu Complexo de deus, da deusa.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


PANDORINHAS E A MANIPULAÇÃO DE MENORES http://ojrbentes.blogspot.com.br/2011/10/manipulcao-de-menores-com-videos.html
Um complexo de deus é uma crença inabalável caracterizado por sentimentos de forma consistente inflados de pessoal capacidade, privilégio, ou inafalibilidade. Uma pessoa com um complexo de deus pode recusar-se a admitir a possibilidade de o seu erro ou falha, mesmo em face de problemas complexos ou intratáveis ​​ou tarefas difíceis ou impossíveis, ou podem considerar as suas opiniões pessoais, sem dúvida corretas.  O indivíduo pode ignorar as regras da sociedade e exigem uma atenção especial ou privilégios.  Complexo de Deus não é um termo clínico ou distúrbio diagnosticável, e não aparece no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) . A primeira pessoa a usar o termo deus-complexo foi Ernest Jones (1913-1951). Sua descrição, pelo menos na página de conteúdo de Essays in Applied Psicanálise, descreve o complexo de deus como a crença de que se é um Deus, omnipotente que pode tudo. " No mundo do Vale Tudo"


Na cultura popular
É comum em vários meios de comunicação fictícios para personagens-geralmente vilão na natureza para desenvolver um complexo de deus. Exemplos disto são os seguintes:
  • Em Shakespeare Hamlet , Hamlet parece sofrer de um complexo de Deus, optando por não matar Claudius enquanto ele reza (para que ele não vai para o céu), e - em reescrever sua própria sentença de morte para condenar Rosencrantz e Guildenstern - ordens deles executados "o tempo não calafrios permitido ", garantindo assim a sua condenação.
  • No Transformadores universo, inúmeros vilões exibiram essa tendência. Particularmente notado é o Megatron caráter destaque no Beast Wars série, que em um citando um texto religioso Transformer obviamente baseado no ponto enquanto Livro do Apocalipse -claims ser "Alfa e Ômega, o Princípio eo Fim."
  • No filme 1993 Malice , Alec Baldwin fazendo o papel de um playboy, pode-fazer-no-errado médico, Jed Hill, finge um complexo de Deus em uma reversão plot (ele perde uma ação judicial devido ao seu complexo de Deus).
  • Em 2005 filme The Island , o principal antagonista do Dr. Merrick (interpretado por Sean Bean) acredita que através da criação de clones humanos que fornecem peças de reposição para os seus homólogos humanos reais ele é um deus que pode enganar a morte.
  • No anime One Piece o personagem Enel literalmente afirma que ele é um deus imortal, vestindo totalmente um complexo de deus, indo tão longe a ponto de destruir toda uma de ilha de seus crentes a fim de eliminar qualquer um que pode ter suas dúvidas para que o seu ego vai incólume.
  • No Sly Cooper série de videogames, especificamente o jogo Sly 2: Band of Thieves , o personagem vilão Neyla / Clock-La mesmo modo afirma ser "Alpha e Omega", alegando que ela irá alcançar a vitória depois de ter sido totalmente derrotado pelos protagonistas o jogo.
  • No japonês anime série Death Note , o personagem principal, Light Yagami , as tentativas de criar e governar um mundo "purificado do mal" como um "Deus".
  • Na série de anime japonês, Naruto , as três principais adversários toda a exposição tendências características de um complexo de deus. O antagonista da parte I, Orochimaru (Naruto) , deseja tornar-se "o ser último" por alcançar a imortalidade. No início da parte II, Nagato acredita que ele é um deus que pode fazer todas as pessoas se entendem por infligir-los todos com a mesma dor. Mais tarde, ele regride de seu complexo. No final da primeira parte II, Madara Uchiha mostra ainda mais claramente essa personalidade, tentando dominar o mundo e escravizar a humanidade sob uma técnica ilusória.
  • A série anime japonês, Soul Eater, retrata um personagem chamado Black Star, que afirma que ele vai "superar a Deus" com a sua força e poder. Em alguns episódios, se ele for derrotado, apesar de sua incrível habilidade, suas habilidades vão espiral descendente em sua decepção em si mesmo.
  • Lelouch Lamperouge a partir de 2006 anime Code Geass , que usa o poder do Geass para forçar sua vontade de ninguém, ele faz contato visual com. Ele assume o disfarce de "Zero" e, por meio de controlar uma organização terrorista chamado os cavaleiros negros, se sente como se ele é um deus e se levanta contra um regime opressivo.
    • Lelouch é muito narcisista, mas é um Deus menos complexo e mais um complexo de Messias . Ele freqüentemente compara-se não a um deus, mas sim um demônio, semelhante ao papel de Lúcifer / Satanás em Paradise Lost , vendo-se como um demônio de vingança contra aqueles que ofenderam a si mesmo, pessoalmente, bem como os povos oprimidos que vivem sob o Empire principal no cenário da história.
  • O Doctor , principal protagonista de Doctor Who , é descrito como tendo um complexo de deus no episódio " The Complex Deus ", no entanto, ele não mostra os sintomas atribuídos do complexo.
    • Também em Doctor Who, o Imperador dos Daleks , o antagonista principal do episódio The Parting das maneiras , é revelado que reconstruiu a raça Dalek usando o DNA de humanos capturados. O Imperador acredita ser "o deus de todos os Daleks", e é adorado como tal pelos Daleks que comanda.
  • No Fringe , na tentativa de explicar a conexão evidente de David Robert Jones para o aparecimento de animais misteriosos e eventos catastróficos no universo, Walter Bishop chama o perpetrador um megalomaníaco , elaborando ainda que Jones tem um complexo de deus.
  • Na série de desenho animado popular King of the Hill é considerado por muitos que o personagem Peggy Colina tem um complexo de Deus como ela acredita que não pode cometer erros e que ela é, sem dúvida correto mais notavelmente sua crença de que ela é fluente em espanhol, onde, na realidade, ela Espanhol é muito pobre.
  • No Criminal Minds episódio " Deus Complex ", o autor foi perfilado como um" narcisista ", com um" complexo de Deus severo ".
  • Em Final Fantasy VII Sephiroth mostra um complexo de Deus, usando seu poder como filho Jenova 's para tentar destruir o mundo e se tornar o novo deus de Gaia. E ele conseguiu. Quase. Ele definitivamente ganhou a imortalidade e onisciência, somando-se suas habilidades já impulsionaram. Em sua última e última aparição em Final Fantasy VII: Advent Children, suas palavras finais "Eu ... nunca será uma lembrança" show que ele sempre vai existir, independentemente se ele tem um corpo ou não.
  • Em um jogo de vídeo desenvolvido pela Frictional Games e Sala Chinesa, Amnesia: A Máquina para Pigs , o principal antagonista, o engenheiro, mostra um complexo de Deus. Ele afirma que a humanidade é o mal e sujo, que são todos os "porcos", e ele toma sobre si a "resgatar"-los e fazer o mundo "puro" (por "redenção" que ele realmente significa matar todos e destruir todo o mundo, tornando assim mais "pura"). Ele freqüentemente usa terminologia religiosa e bíblica ao falar sobre o mundo, a si mesmo, e seus planos.
  • Em um artigo de literatura do Azerbaijão, o personagem Salvador Javidan acredita ser um deus.
  • No anime Mate la Mate , Satsuki Kiryuin parece ter um complexo de Deus, fazendo-se parecer como um deus para todos os alunos de Honnouji Academy, com os alunos, na verdade, tratando-a como um só.
  • Na comédia comédia negra É Always Sunny in Philadelphia , o personagem Dennis Reynolds tem um complexo de deus. Como pode ser visto em vários episódios, ele realmente se considera um deus e é extremamente chateado quando as pessoas ignorá-lo ou humilhá-lo de qualquer forma. Ele acredita que ele tenha atingido a perfeição física.
  • No quinto episódio da série de comédia de humor negro " Wilfred ", Wilfred desenvolve um complexo de Deus, depois que mata uma mulher idosa em um hospício. 
Alice um modelo universal de uma PANDORINHA.



Este texto é baseado na história de vida de Cristinane F. A trajetória de vida de Cristiane F. é bem parecida com a história de vida de muitas meninas (modelos) que entram para o mundo das passarelas.
"À medida que o vício avançava, Christiane aos 14 anos, como todos os seus amigos, começou a se prostituir na Estação Zoo para comprar heroína. A própria Christiane relata que no início, escolhia os clientes com quem faria programa e que se limitava a masturbá-los ou praticar sexo oral. Mas com a necessidade de "se picar" três vezes ao dia, Christiane passou a aceitar qualquer cliente que se apresentasse (inclusive estrangeiros) e a praticar sexo dentro de carros. Os tempos de prostituição duraram de 1976 a 1977, quando foi presa e acusada de tráfico e consumo de drogas. Foi isso que a levou a começar se picar, prostituir por dinheiro."
 
Para ver o resto do texto clique no link:


As Pandorinhas e o jogo da Manipulação de Menores

A MANIPULAÇÃO ESTA NA BASE DE TODOS OS CRIMES CONTRA MENORES, ESPECIALMENTE CONTRA MENOR DE 14 ANOS, INCAPAZ E PODE CARACTERIZAR TORTURA PSICOLÓGICA...

ENQUADRAMENTO:
Usar menor em jogos de poder, em jogos de sedução ou como isca, para qualquer finalidade que seja é crime análogo ao crime de exploração sexual, como possível agravamento de TORTURA PSICOLÓGIA e FORMAÇÃO de QUADRILHA!
Fonte:
ECA - Lei nº 8.069 de 13 de Julho de 1990 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.
Art. 244-B. Corromper ou FACILITAR a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou INDUZINDO A PRATICA-LA (para qualquer finalidade que seja): (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
§ 1o Incorre nas penas previstas no caput deste artigo quem pratica as condutas ali tipificadas utilizando-se de quaisquer meios eletrônicos, inclusive salas de bate-papo da internet. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
§ 2o As penas previstas no caput deste artigo são aumentadas de um terço no caso de a infração cometida ou induzida estar incluída no rol do art. 1o da Lei no 8.072, de 25 de julho de 1990. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009).


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http://ojrbentes.blogspot.com.br/2011/10/manipulcao-de-menores-com-videos.html 


PANDORINHAS E O JOGO DA SENHORA DO DESTINO 
http://ojrbentes.blogspot.com.br/2011/10/o-jogo-da-senhora-do-destino-com-videos.html 

O JOGO DA SENHORA DO DESTINO PARTE 2 – A DEUSA MÃE - As falsas devotas de Maria. 

http://ojrbentes.blogspot.com.br/2013/06/o-jogo-da-senhora-do-destino-parte-2.html

  SIMDROME DE MINERVA - O Complexo da deusa - (Síndrome da senhora do destino)
A relação mais imediata écom o voto de minerva estas pessoas acometidas desta síndrome adoram ser a última palavra e dar ovoto de minerva, eles nunca se contentam com a réplica, em seus discurso se faz sempre necessárioa tréplica. Ela constitui um quadro de várias matizes, complexo, mas que em síntese se caracterizacomo uma síndrome que acomete, principalmente, mulheres que se acham a própria deusa da justiçae da sabedoria, muito destas mulheres, em seus “domínios” ditam mesmo o direito, mesmo sem ter conhecimento sobre o Direito, e óbvio se sente superior às outras, se sentem “poderosas”.
Acho que foi por isso que os comics criaram as super-poderosas, para combatê-las.Muitas delas se disfarçam de Minerva, o que nos remete a um personagem: Lilith, que se assemelhaa bruxa negra que esta muitos filmes de Hollywood, como o Hary Potter, onde na no últimoepisódio ele é perseguido por uma delas com a ajuda de um lobisomem, ou melhor dizendo de umestuprador presumido.É aquela pessoa que se acha o máximo, apesar de não ter o menor motivo para se achar o máximo.Ela se tem em tão alta conta, que consegue enganar muitos dos que a cercam, supostamenteracionais, e acaba convencendo a um número considerável de pessoas que ela realmente é fodona.Pode ser homem ou mulher.
O fato é que essa pessoa se auto-promove onde quer que vá. Por mais básica que seja sua tática de convencimento, bem, tem muito inocente no mundo, acaba dando certo com alguns.Interessante é que na novela Morde e Assopra existia uma personagem que se encaixava bem, como o nome de Minerva que não era a toa que era a mulher do prefeito.“E por muitas vezes, acabava afetando dos telespectadores também.
Mesmo que sejamos pessoas racionais e esclarecidas, o portador da Síndrome da Falsa Superioridade consegue nos colocar para baixo.Ainda que não nos convença que é muito melhor do que nós, ele também nos pisa, nos critica e nos diminuí como uma das táticas para se auto promover. Claro, nada ostensivo. Tudo muito discreto e fino.O portador da SFS não se acha, ele se tem certeza. Se você confrontá-lo ou desmenti-lo, vai virar invejoso(a) - isso na melhor das hipóteses. Não contente em se achar e se ter certeza, ele ainda sente um prazer especial em te espezinhar com qualquer coisa que ele tenha ou faça(ou ache que tenha ou ache que faça)melhor do que você e apontar seus erros quando estes acontecem.E enquanto ele faz isso para você, dos males o menor, porque você tem chances de se defender. O problema é quando ele faz isso, se referindo a você mas para outras pessoas, nas suas costas. Aos poucos ele vai minando sua credibilidade. Quando você vai ver, ele está dizendo para quem quiser ouvir como ele é melhor que você. Sim, as pessoas são estúpidas, muitas acreditarão.




Vc assistiu e não entendeu>?!


Quer entender assista: https://www.youtube.com/watch?v=bvN-LR3o7cg



Avatar - Filme completo: https://www.youtube.com/watch?v=8yQGZvYwOog


Pandorum - Filme completo: https://www.youtube.com/watch?v=1z4VBVaB7Fg



PROJETO PANDORA

Pandora (The Short Film) - Versão Censurada.


Vc quer conhecer a Pandorinha já adulta??!
Quer sabe o que ela é capaz de maquinar e de fazer?!

Garota Exemplar FILME COMPLETO DUBLADO
https://www.youtube.com/watch?v=jPdqnVpaT18




Meu Namorado é Um Zumbi:




 



O mito de Pandora






Mas da magia negra e dos rituais com s